Compositor: Mathias Erik Modin, Lord Ahriman, Emperor Magus Caligula, Anders Bo Karlsson
Quando os raios de luar me despertam,
Eu levanto do meu túmulo.
Em busca de sangue fresco eu voo através do céu noturno,
Levado pelos ventos e em todo lugar que eu vá,
Seguira em morte.
Eterna sede de sangue, a alma de um condenado por Deus
Vou viver pra sempre maldito, inteiro e intacto
Para sempre trilhar o caminho da solidão,
E o único abrigo fornecido pelas sombras.
Fornecida pelas sombras.
Comigo vem o horror,
Comigo vem a morte.
Comigo vem a dor,
Uma alma que nunca descansa.
Como eu quero paz,
Conceda-me o sono eterno.
Para ficar em minha sepultura
No o fim do dia.
Por favor, deixe-me apodrecer,
Este pesadelo deve parar.
O meu reino, uma terra de sonhos de ódio,
Aqui é tão frio.
Sempre cercado por morte nunca vejo a ascensão da madrugada.
Só a luz da lua, para alimentar os mortais,
Sempre estou condenado.
Eu sou o rei da noite,
Nunca descansarei em um túmulo.
Comigo vem o horror,
Comigo vem a morte.
Comigo vem a dor,
Uma alma que nunca descansa.
Eterna sede de sangue, a alma de um condenado por Deus
Viverei para sempre amaldiçoado eu sou imortal.
Vou trilhar pra sempre o caminho da solidão,
E o único abrigo fornecido pelas sombras.
O Abrigo de sombras
Comigo vem o horror,
Comigo vem a morte.
Comigo vem a dor,
Uma alma que nunca descansa.
Como eu quero paz,
Conceda-me o sono eterno.
Para ficar em minha sepultura
No o fim do dia.
Por favor, deixe-me apodrecer,
Este pesadelo deve parar.